Rock - Rock And Roll - Led Zeppelin - Born To Be Wild - Steppenwolf - Soul Sacrifice - Santana - Helter Skelter - The Beatles - Gimme Shelter - Rolling Stones
Blues - Stormy Weather - Etta James - Mannish Boy - Muddy Waters - The Thrill Is Gone - B. B. King - Sweet Home Chicago - Eric Clapton - Tramp - Lowell Fulson
Essa é a mais recente pegadinha da Jack... Que foi pega pelo Willxu... Que foi pego...
Em suma, trata-se de uma corrente. Mas não é uma daquelas correntes chatas... Pelo contrário, até achei legal.
Que eu gosto de música não é novidade, portanto... Vamos pôr mãos à obra.
Quantos gigabytes usados com música:
No HD: 9,81 Gb;
Gravados em CDs: mais ou menos 15,9 Gb.
Último CD que comprei:
Trilha sonora do filme "Ray".
Música tocando no momento:
Sitting, Waiting, Wishing - Jack Johnson.
Cinco músicas que tenho escutado bastante:
(Esse item, para mim, é o mais complicado. Eu escuto muita música... Fica difícil selecionar só cinco).
1- Layla - Eric Clapton;
2- Samba Pa Ti - Santana;
3- I Can't Stop Loving You - Diane Schuur & B.B. King;
4- Night And Day - The Temptations;
5- Hotel California - Eagles.
Cinco pessoas para passar:
(Esse também é um item complicado. Apesar de ter achado a brincadeira divertida, nem todo mundo pensa assim... Espero que meus amigos entrem no clima e me perdoem).
- Minha amiga Intuição. Sei que ela gosta bastante de música... Espero que goste também de "correntes"... :) rs
- A Clarice também é íntima da música. Só não sei se está com tempo disponível.
- Sou fã da Gueixa. Mas será que ela gosta de música?
- Minha querida Dequinha... Revele-se para a gente, ok?
- Finalmente esse vai para a Bia como presente de aniversário atrasado (presente de grego... rss).
Acho que a resposta para essa questão é "todos"... Ou quase isso.
E por que?
A morte não é algo natural? Algo que todo ser vivente vai encontrar um dia? Costuma-se dizer até que "a morte é a única coisa certa na vida".
Então por que temer?
Simples... Porque não somos preparados para esse momento, inevitável, da vida.
Crescemos e aprendemos tudo que precisamos. Aprendemos a andar, a falar, a ler, a escrever... Aprendemos o que é bom e o que é mau... Aprendemos de tudo um pouco.
Aprendemos até a matar, só não nos ensinam a morrer.
Não há essa matéria na escola, nem nos lares.
As igrejas apresentam suas versões de "paraíso"... Mas quem quer ouvir a religião à não ser nas horas de desespero? Não há tempo para a reflexão.
Aquelas palavras de consolo - "Ele foi para um lugar melhor." - soam tão falsas... Afinal, se é um lugar melhor porque não vamos para lá com alegria?
Evitamos falar sobre o assunto... Evitamos até pensar sobre o assunto.
Assim a morte se torna tabu.
E há o nosso medo irracional do desconhecido. O medo do "depois"...
Devíamos ser preparados desde criancinhas. Alguém devia nos ensinar a encarar a morte com a mesma expectativa de quem faz uma viagem ao exterior pela primeira vez ou da criança que faz a sua primeira excursão com a escola.
Talvez Mário Quintana tenha dado parte da resposta quando disse "Morrer, que me importa? (...) O diabo é deixar de viver".
Talvez.
Semana difícil.
Problemas no trabalho e outros problemas, muito mais sérios, com pessoas amigas.
Perdi neste final de semana uma dessas pessoas.
Voltarei a escrever quando estiver com a mente mais clara.
Hoje é um turbilhão.