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Os Incríveis

 











Neste momento: amadurecendo

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Amadurecendo... sempre.

 

Domingo, Agosto 28, 2005




Hoje o Amadurecendo completa mais um ano (o segundo) de existência, ainda que aos trancos e barrancos.
Sem festa, sem bolo, mas com um profundo sentimento de gratidão a todos que por aqui passaram e, ainda que por breves momentos, me brindaram com a sua presença e com a sua amizade.
Isso não tem preço e eu hei de guardar comigo para sempre.

==========

Recebi esse texto da minha amiga Regina Couto e, com a sua devida permissão, vou colocar aqui no blog.

Síndrome da Solidão.
Você tem?


Não importa se está solteiro ou casado. Não importa se tem muitos ou poucos amigos. Nem tampouco se é introvertido ou extrovertido.
A síndrome da solidão não tem a ver com convites para festas e baladas ou a ausência deles.

Justamente num tempo em que o mundo está cada vez mais globalizado, em que as facilidades para os encontros são inúmeras e de diversas formas, parece que a maioria das pessoas está, cada uma no seu grau, sofrendo de solidão. A carência parece nos consumir em desejos que inexplicavelmente não se realizam e numa saudade que a gente nem sabe de que, de onde ou de quem.

Buscamos o outro sem encontrá-lo, ainda que vivamos um sem número de relações. Este outro, tão esperado, parece nunca chegar. Ou melhor, às vezes parece nem existir.

O velho e bom carteiro continua passando todos os dias. Temos telefone, fax e computador. Dentro dele, os e-mails, as salas de bate-papo, os sites de encontros, o orkut, o gazzag, o multiply e o msn. Temos também blogs, fotologs e skype. Instalamos câmara, microfone e colecionamos uma lista interminável de amigos (alguns que a gente nem sabe quem são... mas vale mantê-los porque nos dão a sensação de "estar junto").

Tudo para tentar aplacar este eco interior. Qualquer coisa que preencha o vazio, o abismo que insiste em nos separar de alguém que já fomos um dia ou - pior! - que gostaríamos de ser, mas não sabemos como construir, enfim, a ponte.

Creio que este seja o primeiro passo. Precisamos aprender a construir as pontes. Pontes que nos levem até onde desejamos chegar, especialmente do outro lado de nós mesmos.

Estamos sempre do lado de fora, procurando, olhando, observando, acusando, apontando, amando, desejando, rindo e chorando... sempre do lado de fora...

Basta uma conversa, uma situação, um encontro... e lá estamos nós falando do que o outro fez, do que o outro disse, de como o outro nos faz sentir. Basta uma nova paixão ou uma velha briga com quem já está ao nosso lado para encontrarmos todas as justificativas no outro.

Não temos as pontes, as benditas pontes. Caramba! Nem tentamos construí-las.

Simplesmente nos acomodamos com as facilidades dos encontros sem laços sem nos darmos conta de que o único encontro necessário não tem acontecido há anos, há muito, muito tempo! E assim, muitos estão morrendo, ou melhor, se matando de solidão no meio da multidão.

Paradoxal? Lamentável? Pode até ser! Mas as saídas existem, eu tenho certeza! Você pode encontrar a sua. Eu posso encontrar a minha. Só que, definitivamente, tem de ser dentro e não fora!!!

Temos confundido liberdade e amor-próprio com egoísmo e individualismo.

Olhamos constantemente para o outro, mas não conseguimos vê-lo verdadeiramente porque somente poderemos enxergar alguém - quem quer que seja - depois de termos nos enxergado. Falta nos responsabilizarmos. Falta parar com essa mania irritante de acreditar que o outro é o causador dos fatos em nossa vida.

E assim, quando finalmente começarmos a olhar para tudo o que nos acontece com um pouco mais de propriedade, estou certa de que a solidão diminuirá consideravelmente... porque permitiremos a aproximação das pessoas sem tantas ressalvas e compreenderemos que somos todos um e que sozinhos, fechados em nossa concha pessoal não somos ninguém, nossa existência perde qualquer sentido. Não faz link; não tem significado nem importância, porque perdemos a chance preciosa de compartilhar nosso coração.

Sugiro que você aposte mais na delícia dos encontros, mas comece hoje, agora, a construir pontes pelas quais você possa passar... atravessar o abismo que sente aí dentro...

Porque do outro lado, está certamente a sua imensa capacidade de mudar qualquer situação para melhor. E que esta mudança inclua a humildade que requer a convivência... para definitivamente conseguir sentir bem mais amor e bem menos solidão.

E quem sabe então, possa compreender, enfim, que o amor que você é capaz de dar... assim como o que você é capaz de receber nada mais são do que reflexo - na exata medida - do quanto você permite expressar seu coração...

Da autoria de: Rosana Braga
Jornalista, Escritora e Consultora em relacionamentos afetivos.



:: Publicado por Paulo :: 11:30 PM ::

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Quinta-feira, Agosto 18, 2005



Peço perdão aos meus quase quinze leitores (cujo carinho agradeço) que regularmente visitam este bloguinho para ler as besteiras que escrevo.
Falta de tempo, falta de assunto, falta de paciência, falta de tranqüilidade, falta de clareza de raciocínio, falta de concentração, além dos contratempos inesperados e das pequenas peças que a vida nos prega... Muitos são os motivos que têm me afastado daqui.
Ando cansado... E não é um cansaço físico somente. Estou precisando de uma reciclagem.
Mas, voltando ao assunto do blog atrasado, estou procurando manter minha assiduidade, pelo menos, no Playground dos Dinossauros toda segunda-feira... Com a ajuda da Jack que me socorre quando as idéias não aparecem.
Aqui, no Amadurecendo, vou levando assim... Devagar... Em intervalos irregulares.
Muito obrigado a todos pela paciência.

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É moçada... A bruxa está solta.
Hoje fui cumprir uma triste missão. Uma Missa de Sétimo Dia.
Minha família é muito dispersa e, como de hábito nessas ocasiões, revi parentes que não via há muitos anos. Como também já é habitual, paguei grandes "micos" confundindo mãe e filha, esquecendo nomes, não reconhecendo as pessoas... Mas isso faz parte do meu show. Quem me conhece já sabe que sou leso por natureza e a idade não está ajudando a melhorar esse quadro. ;)

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:: Publicado por Paulo :: 5:12 PM ::

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Segunda-feira, Agosto 08, 2005




Hoje é meu dia com os DINOS. Vá até lá para relembrar o Bat Masterson...

:: Publicado por Paulo :: 2:02 AM ::

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Quinta-feira, Agosto 04, 2005



SIN CITY.

Ontem, como de hábito, fui ao cinema. O filme foi Sin City.
Para um cara como eu, que foi altamente viciado em gibis, aquilo foi um prato cheio.
História do "papa" dos quadrinhos adultos Frank Miller e direção de Robert Rodriguez e do próprio Frank Miller. Tem ainda a participação como diretor-convidado de Quentin Tarantino.
O filme é todo em preto e branco com alguns detalhes em cores.
Todo o visual e o clima sombrio dos quadrinhos de Frank Miller estão ali presentes. Não há heróis convencionais. Os vilões repugnantes e os anti-heróis, por vezes, se confundem. Mulheres super sensuais, seminuas... e cruéis.
A violência explode na tela. Se o filme fosse em cores seria, quase totalmente, vermelho-sangue.
Só recomendo para os apreciadores do gênero e amantes de gibis.
Como eu.


:: Publicado por Paulo :: 1:19 PM ::

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